domingo, 15 de junho de 2008

Aprendiz 5 - O Sócio (Episódio 10)


O objetivo desta prova foi o de testar a criatividade montando um projeto de revitalização de uma vila - a Vila Maria Zélia, na zona leste de São Paulo, tombada pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e que foi construída em 1916 para abrigar operários de uma fábrica de tecido. Por meio da pintura de uma casa, os aprendizes devem mostrar a unidade cromática da vila, além de apresentar uma idéia para a utilização das edificações.


Coloquei o texto referente ao objetivo da prova copiado diretamente do site da Record para que a prova ficasse clara, assim como a minha opinião em achá-la meio sem nexo. Quanto ao projeto de revitalização, tudo bem, mas a reforma de uma das casas soou apenas como uma desculpa para a promoção das tintas da Lukscolor. Não vi sentido em ver os aprendizes pegando em tinta e cimento para reformar as casas, da mesma maneira que não acredito que Roberto Justus seja pedreiro ou pintor. Somado ao que aconteceu na sala de reunião, foi o episódio mais fraco até agora, inclusive pela demissão em si.

Para se ter uma idéia, a equipe de Sandra e Henrique foi a perdedora. E bastou essa derrota para que toda a solidariedade e cortesia dos episódios em que venceram começasse a ir pro espaço. Sabe-se lá por qual razão, a equipe esqueceu de revitalizar a vila e lembrou apenas de pintar e reformar a casa. Pior: Sandra era a líder... Neste episódio ficou claro que a capacidade de Sandra era recheada com arrogância, o que tornava, às vezes, inviável a argumentação com ela. A sala foi relativamente tranquila e com um aparente clima de paz, até mesmo com Roberto. Henrique mais uma vez manteve a postura, respondeu as perguntas, mas no fundo a trégua que reinava entre e as mulheres e ele dava sinais que não duraria muito.

Entretanto, não houve tempo para nada mais ocorresse: numa atitude, que na minha opinião foi bastante infeliz, pediu para ir embora por conta da saudade do filho pequeno. Nesta hora, cabe uma colocação aqui. Não sou insensível e acho que a saudade da família pesa sim, e muito. Entretanto, passar por uma seleção gigantesca, ficar entre os 16 selecionados para o programa, ter estadia num hotel espetacular, muita ralação, mas com prêmios fantásticos e depois jogar tudo para o alto... A duração do programa é de 3 meses e se a família está bem, na minha opinião deve-se tocar para frente e se forte. Num caso de doença ok, mas ceder a saudade e perder uma oportunidade de ouro como essa... Bom, como era uma das minhas apostas, que vá na paz.

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