quarta-feira, 25 de junho de 2008

Aprendiz 5 - O Sócio (Episódio 13)


Cada vez mais próximo da sua reta final, o Aprendiz 5 chega ao 13º episódio com apenas 5 participantes: Henrique, Danilo, Clodoaldo, Daniel Stephens e Hugo. Engraçado como eu não esperava que alguns destes nomes chegassem tão longe, principalmente Hugo e Daniel, que sempre achei muito apagados. Aliás, Hugo é um participante que chegou até aqui por pura sorte, pois, na minha visão, era o mais fraco junto com o Daniel Nicolini (já eliminado). O detalhe interessante, já no início do episódio, foi o fato de Justus ir pessoalmente ao Hilton falar com os finalistas sobre a sala de reunião anterior (em que Maura e Sandra saíram) e sobre a prova (quando o normal é anunciá-la pelo telão, ou melhor, a informação do ponto de encontro para o anúncio). Achei curioso isto, pois serviu também como um alerta, muito sutil é claro, para que todos se atenham as regras e aos contratos assinados. Achei válido para não suscitar novos “atos de heroísmo” dos que ficaram.

Mas vamos à prova: as equipes Masters (Danilo e Henrique) e Foccos (Clodoaldo, Daniel e Hugo) tiveram de preparar roteiros turísticos em Paraty e em Petrópolis, respectivamente. Ambos os grupos deveriam atender turistas que não falavam português, nem inglês e turistas portadores de deficiências físicas (havia deficientes visuais e pessoas com problemas de locomoção). Prova interessantíssima, pois faria as equipes lidarem com o inesperado - as deficiências e a questão do idioma não haviam sido informadas as equipes - mesmo depois do habitual planejamento que é feito por elas em cada prova. E aí houve o diferencial da equipe de Clodoaldo: eles contataram as pessoas antes e conseguiram saber, pelo menos, da deficiente visual, mas ambas as equipes não souberam dos estrangeiros (não entendi como, já que houve o contato prévio, pelo menos da Foccos). Foi engraçado ver o desespero das equipes em localizar intérpretes de Japonês para as pessoas...

Durante a prova, a Foccos tratou pessoalmente das pessoas, acompanhando-as ao logos dos passeios, enquanto Henrique e Danilo optaram em ficar nos bastidores. Além disso ter custado pontos a eles, já que o tratamento era um item essencial, e o calor humano dado pela Foccos melhorou se resultado, os dois tiveram problemas com o licenciamento de imagens em alguns lugares e com profissionais contratados. Problemas esses, aliás, muito mal administrados por Danilo, que facilmente perdeu a cabeça e criava situações de estresse que Henrique (habilmente) contornou. A partir deste momento, ficava claro que iria sair, embora o motivo da saída de Danilo tenha sido bem adverso.

Com a derrota oficializada face o bom trabalho da Foccos, Henrique e Danilo foram para a sala de reunião. Lá aconteceu a tradicional avaliação da prova, desculpas foram dadas, avaliações foram feitas, até que Roberto confrontou Henrique com sua proposta de sociedade: um carro experimental ou algo assim a ser produzido nos EUA. Roberto mostrou-se bastante surpreso e contrariado, alegando que isso não o interessava. A impressão que dava era que Roberto procura, a todo o momento, testar os limites de Henrique, observando até onde ele consegue ir na sua defesa e na de suas idéias. Foram momentos tensos, mas surpresa mesmo foi Danilo ser demitido (o que, em minha opinião, aconteceria de qualquer modo dado o seu baixo rendimento de um modo geral) pelo motivo que foi: ao ser questionado, após a polêmica com Henrique sobre a sociedade, sobre quais seriam suas metas de vida, Danilo disse que seria se aposentar aos 50 anos e viver numa vinícola. O detalhe é que Roberto já tem 53 anos, e ao ouvir que alguém queria se aposentar numa idade inferior a dele, não pensou duas vezes e demitiu Danilo.

Engraçado foi ver mais um aprendiz ser demitido não por conta de seu desempenho diretamente, mas por não ter medido bem as palavras ao defender-se. De qualquer, foi justo e o Henrique despachou mais um para casa. Restaram apenas 4 agora e o próximo episódio vai indicar os 3 finalistas. Vamos ver.

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